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Quem somos nós, os Episcopais Anglicanos?

Anglican Communion
A Comunhão Anglicana

A Comunhão Anglicana é cristã, manifesta sua Fé em Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador. As bases de Fé da Identidade Anglicana são quatro, que formam o que chamamos de Quadrilátero de Lambeth-Chicago: A Bíblia como fundamento da Fé, os Credos Niceno e Apostólico, os Sacramentos básios (Batismo e Santa Eucaristia)  e oa tradição apostólica através do Episcopado Histórico.

Organização da Comunhão Anglicana

A Comunhão Anglicana é formada por Igrejas Nacionais (ou Regionais – subcontinentais), Autônomas e Autóctones, que são chamadas Províncias.  Cada Província tem sua organização própria.

A Província é governada pelo Sínodo Geral, composto pelas delegações clericais e leigas de cada Diocese e mais a Câmara dos Bispos. Os votos são sempre paritários. O Bispo Primaz preside o Sínodo, a Câmara dos Bispos (como Primus Interpares) e a Província, mas não tem jurisdição sobre as Dioceses, além da sua própria. Em termos da Ciência Política, eu diria que o Anglicanismo, como o Protestantismo, adota a forma Parlamentarista de governo. Continue lendo Quem somos nós, os Episcopais Anglicanos?

Fé e Tradição

A tentação do crescimento rápido a qualquer custo está hoje presente nas igrejas, talvez mais que nunca, conforme a ideologia individualista e consumista que caracteriza a pós-modernidade.

Nestes tempos de consumismo religioso, a pregação é mera apresentação de um produto que pode ser consumido com muita facilidade: Jesus – já não mais referido como Cristo – um nome mágico que, quando invocado, realiza todos os sonhos de prosperidade (saúde, dinheiro, bens materiais, estabilidade financeira, harmonia familiar, etc.). Não há ênfase na necessidade de conversão, de metanóia, mas cobrar a graça, exigir a graça, pressionar a Deus para que cumpra sua promessa. Diante de uma crença assim fundamentada, não há mais necessidade de ensino e catequese, nem mesmo de conversão.

A religião se torna produto e há de se garantir o aumento permanente de consumidores. É a lógica capitalista de mercado e do resultado. O que importa é vender o produto! Por isso não há lugar para a Tradição, pois o produto tem de atrair a atenção dos consumidores, e agradá-los. Isso vem ocorrendo rapidamente no seio de todas as Igrejas Cristãs, sejam Evangélicas, Protestantes e na Igreja Romana. Continue lendo Fé e Tradição