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Feliz Ano Novo!?!?

Início de um ano novo civil. É parte da tradição popular que haja festa e renovem-se as esperanças. Todos os anos, ao iniciar-se um novo ano, as pessoas fazem os mesmos votos, manifestam os mesmos desejos, e renovam as  mesmas esperanças de que o novo ano será diferente, será melhor que o ano que termina.

São muitas as práticas folclóricas, as simpatias feitas para que haja um ano me-lhor: na meia-noite de 31 de dezembro, muitas pessoas se preocupam com a cor da roupa, em comer certas frutas, fixar o pé direito no chão, e outras práticas. Tudo isso como forma de alimentar a esperança. E todo ano ouvimos muitos prognósticos otimistas, e vemos testemunhos de quem no ano findo conseguiu atingir suas metas graças a este ou aquele guru, graças a esta ou aquela prática folclórica. Mas nunca ouvimos sobre quem não teve sucesso… e quando ouvimos, sempre vem a justificativa de que a culpa é daquela pessoa que não fez as escolhas certas ou não se dedicou com empenho…

O que não nos é informado é que a grande maioria das pessoas fracassou! Não conseguiram atingir metas, não tiveram sucesso profissional, não ficaram mais ricas nem tiveram saúde melhor. É parte da estratégia diabólica do sistema omitir essas informações… ou afirmar que a culpa é da própria pessoa. Continue lendo Feliz Ano Novo!?!?

O Salmo 18: no tempo temeroso que vivemos.

Eu gosto de recitar e meditar os Salmos usando a versão do Livro de Oração Comum da nossa Igreja; trata-se de uma versão que procura manter a métrica e o ritmo dos originais hebraicos. Quase diariamente minha oração pessoal é ler salmos e meditar sobre eles.

O Salmo 18 é um daqueles em que o salmista está louvando a Deus por livramento e oração atendida.  Gosto particularmente de alguns versos, que compartilho com vocês (versão do Livro de Oração Comum):

1-2 Com fervor te amo, * ó SENHOR, força minha. 3 O SENHOR é minha rocha, minha fortaleza e meu libertador; meu Deus, rochedo em que me refugio; * meu escudo, minha força salvadora, meu alto retiro.

Já no início, o Salmista afirma sua confiança em Deus. E depois conta:

5 Rodeavam-me laços de morte, * e torrentes de impiedade me amedrontavam.
6 Cercaram-me tristezas do inferno, * e laços de morte me atingiram.

Essas palavras são atemporais! servem para qualquer tempo; valiam no tempo do Salmista, valem ainda hoje! O salmista descreve uma situação terrível que o deixou em estado de depressão. Continue lendo O Salmo 18: no tempo temeroso que vivemos.

Artimanhas do Inimigo

Desta vez, apresento um texto extenso, mas creio ser importante para todas as pessoas cristãs.

Satanás é um sujeito muito esperto, que se sente todo poderoso (ou, na verdade, pretendia ser!) cuja tarefa é tentar para depois acusar. Claro que esse sujeito age com a permissão de Deus. O Livro de Jó nos mostra isso, de forma bem clara! A grande arma de Satanás é explorar facilmente os pontos fracos de alguém para atacar esses flancos. É um bom estrategista.

A narrativa da Queda nos mostra a maneira sutil de sua forma de agir: tenta o ser humano com o Poder (ser igual a Deus), aliás, motivo que provocou sua própria expulsão da Corte Celeste. Tendo sido seduzido pelo poder, ele tenta seduzir com a sugestão do pode (cf. Genesis 3.1-6 e a sequência).

Um dos nomes que o identifica é Lúcifer, algo como “Iluminado”, “Grande Luz”! Mas trata-se de uma luz que não ilumina, antes, ela cega! Ao invés de iluminar caminhos, ela cega e não permite que se veja por onde se caminha, e assim acaba-se no abismo da dor e do sofrimento. O Pai da Mentira age de forma sutil, não tão explicitamente como na narrativa da Queda, escrita exatamente de forma simples para que possa ser compreendido como uma advertência e um aviso de cuidado. Continue lendo Artimanhas do Inimigo