Arquivo da categoria: Missão

ANDRÉ, O PESCADOR

André ApóstoloO pescador André tem nome grego, “Andréas”,  natural de Betsaida,  um povoado de pescadores junto ao Mar da Galileia, perto de Cafarnaum, onde ele viva, assim como seu irmão, Simão. Aliás, Betsaida significa “casa da pesca” em hebraico.

Junto com João, filho de Zebedeu, além de pescador, era discípulo do Batista, aquele que veio aplainar o cominho do Senhor. Tendo ouvido o testemunho do Batista sobre Jesus, passou a acompanhar Jesus, se tornando um dos seus primeiros discípulos.

O Evangelho de João nos conta que André foi buscar seu irmão Simão, testemunhando haver encontrado o Messias.  Simão acompanhou André, conheceu Jesus e recebeu o nome de Pedro.

André, o pescador, portanto, foi um dos dois primeiros discípulos de Jesus, o outro foi João.  O encontro de André com Jesus foi a partir do testemunho do Batista, e um diálogo com Jesus: Continue lendo ANDRÉ, O PESCADOR

Sexta-feira da Paixão

crucificado indígenaHoje, Sexta-feira da Paixão, a Igreja celebra os eventos da Paixão e Morte de Jesus, mas no domingo, celebra Sua ressurreição.  Todo ano fazemos isso. Uma semana inteira para recordar os eventos que levaram Jesus, o Nazareno, a ser preso, julgado, torturado e morto pelas elites de sua sociedade e pelo Império de Roma.

Hoje, Sexta-feira da Paixão, é 19 de abril, Dia dos Povos Indígenas! A sociedade  brasileira deveria dedicar parte deste dia para refletir sobre os povos que viviam no território hoje chamado Brasil e, por extensão,  América, antes de ser invadido e ocupado pelos europeus. Continue lendo Sexta-feira da Paixão

Papo com um ateu

Debatendo_AteuParece piada, mas essa conversa aconteceu há muitos anos atrás, entre eu e um grande amigo que se dizia ateu. Ele era um acadêmico da área de exatas; na verdade, ele era meu professor de Cálculo de Predicados, o nome matemático da Lógica. Eu já estava estudando teologia e estava concluindo o curso de Matemática.  Vou chamá-lo de Carlos, mas na verdade ele era chinês, um grande professor e renomado matemático apesar de sua pouca idade, antes de 40 anos. Carlos era fluente em cinco línguas!

Naquela ocasião eu já era cristão. Estávamos sempre juntos resolvendo problemas de Xadrez na sala do Centro Acadêmico da Faculdade. Vez em quando ele puxava a conversa para o tema da religião.

_”Você diz que tem fé, não é, Caetano? Já imaginou se você gasta sua vida nessa fé e depois de morto descobre que Deus não existe?  Perdeu sua vida crendo numa bobagem!”

_”Já pensei nisso, sim, Carlos. E só me fez ficar mais firme na fé!”

_”Como assim?!?!” Continue lendo Papo com um ateu