Arquivo da categoria: Tempo de Pentecostes

Diaconia é Fruto do Espírito

Após a celebração de Pentecostes, um fruto do Espírito surge na comunidade: solidariedade e diaconia.

A comunidade volta a se articular para uma ação diaconal, sinal da presença do Espírito Santo despertando a comunidade para mais uma ação de solidariedade para com os que mais sofrem com a Covid-19.

Rev. Luiz Caetano, ost

A Celebração de Jesus Cristo, Rei do Universo

Cruz Gloriosa de Cristo ReiO Calendário Litúrgico define o Último Domingo depois de Pentecostes como Festa de Jesus Cristo, Rei do Universo.

Trata-se do último domingo do ano Litúrgico. O domingo seguinte é o Domingo do Advento. iniciando um novo ciclo do Tempo Litúrgico.

Celebrar o Reinado de Cristo ao final do Ano Litúrgico é completar o ciclo que começa com o tempo da espera da vinda do Senhor (Advento), o tempo da Natividade, a Epifania, a Quaresma, o Tempo Pascal e o Pentecostes e seus domingos seguintes. Assim, concluímos o ciclo afirmando o Senhorio Absoluto de Cristo, diante dos poderes e impérios deste mundo. Continue lendo A Celebração de Jesus Cristo, Rei do Universo

O Tempo depois de Pentecostes

discipuloIniciamos o longo tempo litúrgico conhecido como o Tempo depois de Pentecostes, que – no lecionário moderno é considerado parte do Tempo Comum (junto com o Tempo da Epifania). Nesta Paróquia preferimos manter o nome “Tempo depois de Pentecostes“, seguindo a tradição de nossa Igreja.

Na semana passada celebramos a SS. Trindade, o primeiro domingo depois da Festa de Pentecostes.  O Tempo depois de Pentecostes começa, portanto com o Domingo da SS. Trindade e termina com a Festa de Cristo Rei, o domingo anterior ao Advento, marcando assim o final do ano litúrgico. Nesta paróquia optamos por manter os Tempos litúrgicos conforme a Tradição. A cor litúrgica do Tempo depois de Pentecostes é o verde.

Durante este Tempo, aos domingos lemos perícopes do Evangelho que narram eventos do ministério de Jesus; nossa norma litúrgica prevê um ciclo de três anos, sendo que a cada ano do ciclo lemos – majoritariamente – os textos de um dos Evangelhos Sinóticos (Mateus, Marcos ou Lucas). Este ano, chamado Ano B do ciclo, estaremos acompanhando as narrativas segundo São Marcos.

O Evangelho de Marcos é considerado o mais antigo dos quatro Evangelhos, sendo que – de acordo com os especialistas – sua composição se inicia no tempo do ministério do Apóstolo Paulo, cerca de 25 anos depois da Ressurreição do Senhor. Ainda segundo os especialistas, Mateus e Lucas utilizaram muito do material de Marcos, além de outras fontes próprias de cada um deles.

O Evangelho de Marcos surge na região da Palestina e da Síria, entre as comunidades cristãs de origem judaica e alguns poucos gentios (não judeus). São estas as primeiras comunidades cristãs que surgem após o evento de Pentecostes. O Evangelho de Marcos é permeado com as experiências, a forma de compreender e a cultura dessas comunidades, seus anseios, temores e esperanças.

Assim neste tempo estaremos acompanhando o caminhar do Senhor Jesus Cristo na Galileia e outras partes do território, tentando compreender e conhecer, pela ação do Espírito Santo e à luz do testemunho daquelas comunidades da Igreja Primitiva, a Vontade de Deus para a Igreja Contemporânea.

O Senhor está conosco!

Rev. Luiz Caetano ost+