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Na madrugada de um domingo

sepulcro_vazio20.1 No primeiro dia da semana, de madrugada, quando ainda estava escuro, Maria Madalena foi ao túmulo e viu que a pedra da entrada tinha sido removida. 2 Então correu e foi até onde estavam Simão Pedro e o outro discípulo, a quem Jesus amava, e disse-lhes: — Tiraram o Senhor do túmulo, e não sabemos onde o colocaram. 3 Com isso, Pedro e o outro discípulo saíram e foram até o túmulo. 4 Ambos corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa do que Pedro e chegou primeiro ao túmulo. 5 E, abaixando-se, viu os lençóis de linho, mas não entrou. 6 Simão Pedro, seguindo-o, chegou e entrou no túmulo. Ele também viu os lençóis 7 e o lenço que tinha estado sobre a cabeça de Jesus, e que não estava com os lençóis, mas enrolado num lugar à parte. 8 Então o outro discípulo, que havia chegado primeiro ao túmulo, também entrou. Ele viu e creu. 9 Pois ainda não tinham compreendido a Escritura, que era necessário que ele ressuscitasse dentre os mortos. 10 E os discípulos voltaram outra vez para casa.  Continue lendo Na madrugada de um domingo

Sexta-feira da Paixão

crucificado indígenaHoje, Sexta-feira da Paixão, a Igreja celebra os eventos da Paixão e Morte de Jesus, mas no domingo, celebra Sua ressurreição.  Todo ano fazemos isso. Uma semana inteira para recordar os eventos que levaram Jesus, o Nazareno, a ser preso, julgado, torturado e morto pelas elites de sua sociedade e pelo Império de Roma.

Hoje, Sexta-feira da Paixão, é 19 de abril, Dia dos Povos Indígenas! A sociedade  brasileira deveria dedicar parte deste dia para refletir sobre os povos que viviam no território hoje chamado Brasil e, por extensão,  América, antes de ser invadido e ocupado pelos europeus. Continue lendo Sexta-feira da Paixão

Papo com um ateu

Debatendo_AteuParece piada, mas essa conversa aconteceu há muitos anos atrás, entre eu e um grande amigo que se dizia ateu. Ele era um acadêmico da área de exatas; na verdade, ele era meu professor de Cálculo de Predicados, o nome matemático da Lógica. Eu já estava estudando teologia e estava concluindo o curso de Matemática.  Vou chamá-lo de Carlos, mas na verdade ele era chinês, um grande professor e renomado matemático apesar de sua pouca idade, antes de 40 anos. Carlos era fluente em cinco línguas!

Naquela ocasião eu já era cristão. Estávamos sempre juntos resolvendo problemas de Xadrez na sala do Centro Acadêmico da Faculdade. Vez em quando ele puxava a conversa para o tema da religião.

_”Você diz que tem fé, não é, Caetano? Já imaginou se você gasta sua vida nessa fé e depois de morto descobre que Deus não existe?  Perdeu sua vida crendo numa bobagem!”

_”Já pensei nisso, sim, Carlos. E só me fez ficar mais firme na fé!”

_”Como assim?!?!” Continue lendo Papo com um ateu