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Falsos Profetas

jeremias“ — Ah! SENHOR Deus, eis que os profetas lhes dizem: “Vocês não verão a guerra, nem passarão fome. Porque eu lhes darei verdadeira paz neste lugar.” 14 E o SENHOR respondeu: — Esses profetas profetizam mentiras em meu nome. Nunca os enviei, nem lhes dei ordem, nem lhes falei. Eles estão profetizando para vocês visões falsas, adivinhações inúteis e engano que procede do seu íntimo.”  (Jeremias 14.13-14 – Nova Almeida Atualizada – SBB)

O Profeta Jeremias nos adverte contra os falsos profetas, aqueles que prometem o que não podem e reportam a Deus o que Deus não disse!

Nosso tempo está cheio de falsos profetas, que alardeiam bênçãos, graças e milagres e nome de um Deus que, de fato não conhecem, e manipulam o texto sagrado conforme seus próprios interesses. Continue lendo Falsos Profetas

Quem esperança sempre alcança!

O Ressuscitado TLO problema é que nós não conjugamos o verbo “esperançar”, como disse Paulo Freire. Nós associamos o substantivo esperança ao verbo “esperar”! Mas esperança é relativo ao verbo “esperançar”! Muita gente não sabe que este verbo existe, mas ele existe.

Esperar é uma postura passiva, no aguardo de algo que não depende de nós. Esperamos o ônibus na parada, mas nada podemos fazer para que ele chegue logo. ESPERAR >>>>> ESPERA!

Esperançar é um processo de motivação. É uma forma de agir, não é passividade, mas caminho, busca, ação! ESPERANÇAR >>>>> ESPERANÇA!

Não é verdade que quem espera sempre alcança. O provérbio original é quem esperança sempre alcança (até dá rima, como todo bom provérbio!).

Quem espera nunca alcança o Reino, mas é sempre alcançado pelo Inferno da desesperança!

Temos de aprender a conjugar o verbo “esperançar”! ou morreremos esperando que tudo aconteça e nada acontecerá!

O Deus da Bíblia é o Deus da Esperança, não o deus da espera. É o Deus de toda a Graça, não o deus da meritocracia.

Qual é o teu deus? É Deus ou um deus?

Rev. Luiz Caetano,ost+

Deus não escolhe pelo mérito.

Já no Antigo Testamento vemos sinais disso, que Deus não atua em função do mérito, mas em função de sua inigualável bondade: Deus não escolheu pessoas especiais, mas escolheu pessoas comuns e muitas vezes consideradas más pessoas.
Escolheu Jacó que enganou seu pai Isaac e roubou a primogenitura de seu irmão Esaú; escolheu Salomão, filho de um adultério e um assassinato; escolheu Oséias, um homem amargurado pela esposa adúltera porém muito amada; marcou Caim, fratricida, com um sinal para que ninguém o perseguisse; escolheu Davi, um pirralho por quem ninguém dava nada; escolheu Moisés, homem gago e foragido, como seu porta-voz diante do Faraó; e muitos outros casos podemos ver examinando o texto sagrado.
Essas escolhas imerecidas de Deus continuam no Novo Testamento: chamou Maria, jovem prometida em casamento a um homem idoso, que vivia em um vilarejo longe de tudo e na Galiléia, local considerado de segunda categoria pelos judeus; revelou-se aos magos do oriente, gentios e pagãos, que cultuavam deuses siderais, e revelou-se aos pastores, homens rudes e ignorantes; mas não se revelou ao rei Herodes, ou ao governador romano, e tampouco aos religiosos daquele tempo; entre os antepassados de Jesus havia uma prostituta; Jesus escolheu como discípulos, um pecador público (Mateus), pescadores simples e iletrados como Pedro, Tiago e João, um guerrilheiro zelote (Simão); confiou a Saulo de Tarso, que participou do assassinato de Estevão e matava cristãos, a tarefa de ser Seu anunciador aos povos fora da Palestina…

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